O IBJR sempre esclarece que as apostas esportivas e jogos online devem ser vistos como uma forma de entretenimento e não de investimento. Além disso, defende que os recursos destinados à subsistência – como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) – jamais devem ser utilizados para a prática de apostas. São recursos que garantem necessidades básicas, e não podem ser confundidos com recursos para lazer. Por outro lado, um estudo realizado pela LCA Consultoria Econômica mostra o setor de apostas representa entre 0,2% e 0,5% do consumo total das famílias brasileiras. A grande dificuldade dos cidadãos em reduzir o comprometimento da renda com dívidas se explica por outros fatores, como as altas taxas de juros cobradas pelos bancos, que chegam a 451% ao ano no cartão de crédito. Detalhes sobre esse endividamento podem ser lidos neste conteúdo, publicado pela Veja.